Não é possível negar que a inclusão digital é uma das principais bandeiras da exposição da Campus Party Brasil. Vários estandes permitem acesso a computadores e à internet, dos patrocinadores ao Acessa São Paulo, do governo estadual, e o Telecentro, da Prefeitura Municipal. Nem por isso a procura pelas máquinas do Telecentro fica menor.
A competição é acirrada. São várias opções de jogos, que atraem fortemente as crianças. Mas o diferencial do Telecentro são os conteúdos dos cursos, que mantêm, nos horários de maior movimento da feira, a casa cheia.
Os participantes vêm em grupos de poucas pessoas, ou mesmo de 20, lotação máxima do Telecentro. O curso mais procurado, assim como nas unidades espalhadas pela cidade, é o do editor de imagens Gimp, que já foi comentado aqui. Maquear a Angelina Jolie, ou colocar “em chamas” uma foto normal do ator que faz a Tocha Humana no cinema (com todas máquinas ocupadas, não foi possível à nossa reportagem participar desta oficina) são experiências muito interessantes que podem ser repetidas em casa ou nos Telecentros da cidade.










